A BREVIDADE DA VIDA E A TRAGÉDIA NA COLÔMBIA – Amilton Alvares

A tragédia com a delegação da Chapecoense entristeceu os brasileiros e o mundo do futebol. Mais do que isso, ressaltou a dura realidade da brevidade da vida humana, que se dissipa como nuvem ou neblina. Qualquer um de nós poderia estar naquele avião. Jovens atletas, bem treinados para vitória, foram alcançados pelo infortúnio, sem qualquer chance de se defender. Triste saga a do homem; vive breve tempo e cheio de inquietações. Ainda na morte – mesmo diante de costumeiras afirmações de que “partiu para uma melhor”, deixa para trás a tristeza e a inquietação no seio da família. Oremos para que o Espírito Santo de Deus console os familiares e amigos.

Vivemos num ambiente de sofrimento. A Bíblia bem retrata essa realidade: “O homem nascido de mulher vive pouco tempo e passa por muitas dificuldades. Brota como flor e murcha. Vai-se como a sombra passageira; não dura muito” (Jó 14:1-2). Mas se a vida é mesmo um ambiente de sofrimento, o que pode valer a pena então? O apóstolo Paulo responde em Filipenses 3:13-14; “… uma coisa faço; esquecendo-me das coisas que ficaram para trás e avançando para as coisas que estão adiante, prossigo para o alvo, a fim de ganhar o prêmio do chamado celestial de Deus em Cristo Jesus”. Hoje é dia de luto, tempo de chorar e lamentar pelas pessoas e famílias alcançadas pela tragédia. Mas precisamos compreender que somos forasteiros e peregrinos nesta Terra e que a nossa pátria está nos céus (1Pe 2:11, Fp 3:20). Na eternidade com Deus não haverá mais choro, nem morte, nem dor (Apocalipse 21:4). O acesso é livre, porque a conta está paga por Jesus de Nazaré. Aleluia!

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* O autor é Procurador da República aposentado, Oficial do 2º Registro de Imóveis, Títulos e Documentos e Civil de Pessoa Jurídica da Comarca de São José dos Campos/SP, colaborador do Portal do Registro de Imóveis (www.PORTALdoRI.com.br) e colunista do Boletim Eletrônico, diário e gratuito, do Portal do RI.

Como citar este devocional: ALVARES, Amilton. A BREVIDADE DA VIDA E A TRAGÉDIA NA COLÔMBIA. Boletim Eletrônico do Portal do RI nº. 224/2016, de 29/11/2016. Disponível em http://www.portaldori.com.br/2016/11/29/a-brevidade-da-vida-e-a-tragedia-na-colombia-amilton-alvares/ Acesso em XX/XX/XX, às XX:XX.

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QUAL É A MEDIDA DO AMOR?

Amilton Alvares*

"A medida do amor é amar sem medida." (Santo Agostinho)

Jesus amou os pecadores sem medida, sem preço e sem recompensa, por isso pôde dizer que ninguém tem maior amor do que aquele que dá a vida por seus amigos.

Jesus tem a medida e a chave da vida e da morte, por isso pôde anunciar os acontecimentos futuros antes de virem a acontecer; e pôde ainda dizer “a minha vida ninguém pode tirar, mas eu espontaneamente a dou, tenho autoridade para a entregar e também para reavê-la”

Jesus enfrentou a realidade da morte e desceu à sepultura, por isso tem a medida da ressurreição dos mortos e pode prometer vida eterna a todo aquele que nele crê e confessa o seu nome como salvador.

Jesus é a medida certa do amor; do amar sem medida, da vida que não se acaba e da morte que não é o fim. Jesus é o ontem, o hoje e o amanhã; é o passado, o presente e o futuro. A eternidade do amor, a realidade do amar sem medida, a medida que se estende a todos enquanto espera, a espera na medida certa enquanto você não chega.

Jesus é a medida sem fronteira do alcance sem fim. Ele é o alfa e o ômega, o princípio e o fim. Ele não quer deixar ninguém na estrada. Ele quer levar você para a casa do Pai, sem medir a sua vida, sem medir os seus pecados, sem medir os seus passos e tropeços até o retorno ao lar celestial. Pense e reflita acerca desse amor. Deixe esse amor ser a boa medida em sua vida. Ame o seu próximo com o amor de Cristo e aprenda a amar sem medida. Assim, você poderá entoar um cântico novo e dizer – “Para mim o viver é Cristo, e o morrer lucro” (Carta de Paulo aos Filipenses 1.21).

* O autor é Procurador da República Aposentado, Oficial do 2º Registro de Imóveis, Títulos e Documentos e Civil de Pessoa Jurídica da Comarca de São José dos Campos/SP, colaborador do Portal do Registro de Imóveis (www.PORTALdoRI.com.br) e colunista do Boletim Eletrônico, diário e gratuito, do Portal do RI.

Como citar este artigo: ALVARES, Amilton. QUAL É A MEDIDA DO AMOR? Boletim Eletrônico do Portal do RI nº. 144/2013, de 29/09/2013. Disponível em http://www.portaldori.com.br/2013/09/29/qual-e-a-medida-do-amor. Acesso em XX/XX/XX, às XX:XX.

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Para fazer boa publicidade é preciso passar fome?

Amilton Alvares

Fiz uma reflexão sobre a frase do famoso publicitário Francesc Petit, o “P” da DPZ, a gigante da publicidade brasileira. Será mesmo preciso passar fome para fazer boa publicidade?

Não há dúvida que a dificuldade faz a gente crescer e amadurecer. É certo que as vicissitudes da vida alargam os nossos horizontes e asseguram melhor compreensão da realidade. A vida é bela, além do cinema; mas também é difícil. Tem gente que nunca passou fome, mas todos nós já enfrentamos muitos obstáculos nesta vida. Sempre haverá crises. O sofrimento dói, mas de uma maneira geral não mata. E se todas as coisas cooperam para o bem dos que amam a Deus, devemos então nos gloriar nas próprias tribulações. (Rm. 5.3 e 8.28).

Petit criou personagens que permanecem no imaginário popular – o galinho lequetreque da Sadia, o tucano da Varig e o garoto Bombril. Ele ganhou muitos prêmios e amava a criação. Partiu desta vida e não sabemos como será o seu encontro com o Criador.

É verdade que a dor traz amadurecimento e ajuda a moldar o caráter. A fome sempre nos leva em alguma direção. Essa jornada, conforme cada um reage diante das adversidades, pode caracterizar uma rota de fuga, desespero ou restauração. Petit teve fome de realização e se fez um dos principais ícones da nossa publicidade, por sua inigualável qualificação profissional. Imagino que também teve fome de Deus, porque todo homem tem fome e sede de Deus. Não sabemos se o Petit, com a sua criatividade, assinou antes de partir um cheque em branco e depositou no Banco celestial, confiando a travessia do fim da vida ao nosso Salvador Jesus. Mas nós, que ainda estamos vivos, não podemos perder a oportunidade de fazer o que ensinou Santo Agostinho acerca da fé: “Ter fé é assinar uma folha em branco e deixar que Deus nela escreva o que quiser”.

Eu quase passei fome na infância. Depois, Deus me levou a ocupar posições e me conduziu a lugares que eu jamais sonhara. Recebi de Deus muito mais do que preciso e mereço. Hoje, tenho fome e sede de Deus. Sei da minha dependência do Autor da vida e tenho uma certeza: ‘Quem bebeu da água amarga, pode dizer que conhece a água doce”. Andei por estradas onde muitos ficaram e ali permanecem com fome de Deus, sem perceber até mesmo que estão famintos. Dessa forma, posso convidar você a ingressar numa nova jornada e fazer parte da família de Cristo. Esse convite não é um informe publicitário do cristianismo. Não é a proposta que emergiu da genialidade de um homem. É um convite de quem conheceu o amigo Jesus. É fruto de uma caminhada ao lado de muitos famintos que entregaram a folha em branco para Deus escrever a sua história com os homens. Venha prá Cristo você também!

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* O autor é Procurador da República Aposentado, Oficial do 2º Registro de Imóveis, Títulos e Documentos e Civil de Pessoa Jurídica da Comarca de São José dos Campos/SP, colaborador do Portal do Registro de Imóveis (www.PORTALdoRI.com.br) e colunista do Boletim Eletrônico, diário e gratuito, do Portal do RI.

Como citar este artigo: ALVARES, Amilton. Para fazer boa publicidade é preciso passar fome?. Boletim Eletrônico do Portal do RI nº. 123/2013, de 08/09/2013. Disponível em http://www.portaldori.com.br/2013/09/08/para-fazer-boa-publicidade-e-preciso-passar-fome. Acesso em XX/XX/XX, às XX:XX.

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